[pst 527] Outrora deviam estas margens ser tomadas por uma multidão a ver a partida das naus para terras desconhecidas, sem um regresso prometido. O Tejo era um centro de vida. Hoje alguém contempla as suas águas com melancolia enquanto os cacilheiros transportam, apressados, pessoas entre as duas margens. E o cais é tomado por automóveis estacionados, alinhados.

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