terça-feira, 23 de maio de 2017

Gigantes frágeis

[funchal 08] Há árvores que são seres monumentais. São presenças imponentes, guardiões de um tempo antigo, vegetal, memória quase perdida na cidade. São outra face da natureza intacta que permanece, que resiste a fogos e dilúvios, que nos olha, que nos interroga sobre um mundo que não podemos perder. São opulente e perturbadora manifestação de vida, gigantes frágeis.
 
Funchal. 2017

Funchal. 2017
 

Do sacrilégio

[caos 12] Não temos um conceito de intervenção estética subjacente a esta ideia. Cada um seguirá o seu caminho próprio em diálogo com os restantes elementos. A primeira exposição é coletiva e o espelho de diferentes caminhos. O tema, lançado a partir do dia 13 de maio, não sem ironia e benévola provocação, é “O Sacrilégio como uma das Belas Artes”.
 
Luís Calheiros, Caos. Viseu. 2017

Duarte Belo, Caos. Viseu. 2017

Paula Magalhães, Caos. Viseu. 2017
 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Cidade botânica

[funchal 07] Os jardins assumem uma dimensão importante na cidade do Funchal, e na ilha da Madeira de um modo geral. O clima quente e húmido, decorrente da sua posição geográfica, bem como a altitude elevada da ilha, levam à criação de condições ótimas para o desenvolvimento de espécies vegetais. No entanto a pressão demográfica e o constante alargamento das malhas urbanas, particularmente na vertente sul da ilha, tem levado a uma progressiva devastação de áreas de floresta. Mas vão ficando marcas importantes, focos de resistência verdes a pontuar a urbanidade crescente.
 
Funchal. 2017

Funchal. 2017

Funchal. 2017

Funchal. 2017
 

Paula Magalhães, Caos

[caos 11] A origem e a determinação na criação deste projeto, o nome dado a esta causa e o desejo antigo de proporcionar à cidade algo que passe pela expressão plástica como o desenho, a pintura, a gravura, a serigrafia, a fotografia e alguns dos seus antigos processos de impressão.
Paula Magalhães, Caos, Viseu. 2017

Luís Calheiros, Caos

[caos 10] O pensador e o homem do traço fino, da mão hábil, da voz aglutinadora e da palavra fluente.

Luís Calheiros, Caos, Viseu. 2017

José Cruzio, Caos

[caos 09] Um homem incansável na procura das formas, do preto e branco e das cores, da arte e das suas variações entre o desenho e a fotografia.

José Cruzio, Caos, Viseu. 2017

domingo, 21 de maio de 2017

Duarte Belo, Caos

[caos 08] O último a entrar no projeto Caos, sem muito para dizer de si próprio que não sejam as palavras que nesta “cidade” se vão alinhando.

Duarte Belo, Caos. Viseu. 2017