quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Sabugal

[pst 319] O Sabugal situa-se na margem direita do Côa onde, numa pequena elevação, foi construído o castelo. Esta obra de arquitetura militar é de tipo alcáçova e a sua torre, com 28 metros de altura, é de planta pentagonal.

318. Sabugal. 25 de julho de1995

Muralha — Almeida

[pst 318] "Formidável reduto histórico, chegou a ser a segunda fortaleza de Portugal, depois de Elvas e antes de Valença. A configuração presente, espectacular formato de estrela em doze aguerridos baluartes e revelins, é dos finais do século dezoito mas foi sofrendo anteriormente, através da história, inúmeras modificações até se apresentar com a assombrosa blindagem actual". (Francisco Hipólito Raposo, Beira Alta). Pelo seu desenho regular, escala e qualidade da construção é dos mais extraordinários espaços de guerra de Portugal.

317. Muralha — Almeida. 26 de julho de 1996

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Casarão da Torre — Almofala

[pst 317] O Casarão da Torre ou Torre de Almofala, ergue-se no cimo de uma colina de uma região planáltica. Foi construído como templo romano, de que ainda é claramente visível o embasamento ou podium. Embora hoje a torre se encontre isolada, é provável que em seu redor tivesse existido um pequeno povoado, com o nome de Torre dos Frades. Durante a Guerra da Restauração, na altura da batalha de Castelo Rodrigo, o lugar é destruído e o sítio fica, a partir de então, definitivamente abandonado.

316. Casarão da Torre — Almofala. Figueira de Castelo Rodrigo.  29 de dezembro de 1996

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Anta-Capela da Senhora do Monte

[pst 316] A construção da capela de Nossa Senhora do Monte deixou intacta a estrutura dolménica, que reaproveitou para capela-mor do novo espaço religioso. Embora em ruína avançada é, certamente, uma das mais extraordinárias convivências entre dois tipos distintos de culto e separados por um hiato temporal de alguns milhares de anos. Em situações semelhantes existentes no País, apenas é utilizada a câmara do antigo monumento fúnebre, sendo destruído o corredor. Aqui mantêm-se intactas a câmara, a lage de cobertura e o corredor da primitiva anta.

315. Anta-Capela da Senhora do Monte. Penedono. 7 de julho de 1996

Capela — Portas de Montemuro

[pst 315] A designação de Portas de Montemuro é dada à portela que define o ponto mais favorável de atravessamento da serra de Montemuro, importante maciço serrano, de transição entre o norte da Beira e o vale do Douro. A estrada que passa pelo local tem certamente raízes antigas, pois aí próximo existem vestígios de uma grande fortificação do período castrejo. Uma pequena capela, rodeada de muros, sacraliza o lugar.

314. Capela — Portas de Montemuro. Castro Daire. 27 de janeiro de 1996

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Alto da Serra, Queiriz

[pst 314] "A Beira Alta é um vasto planalto rodeado de montanhas. Quem percorrer a parte central da velha província caminha por uma sucessão ininterrupta de cerros e vales; mas do alto da Estrela, ou de qualquer bom miradouro natural, a impressão de conjunto é a de uma plataforma com os cimos abrangidos pelo mesmo plano, abaixo do qual se abrem os sulcos do Mondego e seus tributários (Dão principalmente), do Vouga e do Paiva, afluente do Douro". (Orlando Ribeiro, Guia de Portugal).

313. Alto da Serra, Queiriz. Fornos de Algodres. 28 de fevereiro de 1996

domingo, 17 de setembro de 2017

Rio Dão, Castelo de Penalva

[pst 313] O rio Dão nasce pouco a norte da aldeia de Eirado, no concelho de Aguiar da Beira, próximo da cumeeira que separa as bacias hidrográficas do Douro e do Mondego. É o mais importante afluente deste último e uma importante referência geográfica do território norte da Beira.

312. Rio Dão, Castelo de Penalva. Penalva do Castelo. 24 de fevereiro de 1996