Fotografar um território vasto. Procurar em Portugal as raízes de uma identidade coletiva que se perde num tempo longo. Construir um arquivo fotográfico. Reinventar uma paisagem humana, uma ideia de arquitetura, uma cidade nova.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
O intervalo da solidão
Queluz. 2005
[suporte 19] O mundo da fotografia pode ter um elevado número de objetos e de tarefas associadas. Ao longo dos anos tenho vindo a registar, sem grandes preocupações de sistematização, esses elementos de um discurso paralelo. Nunca houve um objetivo específico que não fosse o de tentar compreender a profundidade de um fazer que, de algum modo, representa a construção de um mundo relativamente solitário. A mesma solidão com que muitas vezes nos deparamos, invariavelmente, em determinados momentos das nossas vidas.
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