terça-feira, 8 de outubro de 2013

Parte traseira

Queluz. 2005

[suporte 23] Colagem da parte traseira da moldura, que deverá ser mais pequena, nas dimensões do espaço aberto no interior, que a face frontal por forma a poder receber posteriormente a caixa da fotografia. Esta peça poderá ser constituída por quatro réguas coladas entre si. Não há a necessidade de ser uma peça única uma vez que não se põe o problema de evitar a existência de juntas.

Queluz. 2005

Queluz. 2005

Queluz. 2005

Queluz. 2005

Queluz. 2005

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Primeira secagem

Queluz. 2005

[suporte 22] Secagem da primeira colagem, que deverá ser feita com o apoio de fita cola que seja facilmente removível. Quando possível, as peças devem estar levemente comprimidas para uma colagem mais eficaz, tendo o cuidado para não deformar as superfícies.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Primeiras colagens

Queluz. 2005

[suporte 21] Primeiras colagens, juntar as placas, colocar fita adesiva, acondicionar as peças em secagem. A cola aplicada deverá sê-lo com conta peso e medida. Nem a mais, nem a menos. A cola para madeira, por sinal bastante económica, tem quase sempre um excelente comportamento ao longo do tempo. O único inconveniente é a sua secagem relativamente lenta.

Queluz. 2005

Queluz. 2005

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dispor

Queluz. 2005

[suporte 20] disposição apropriada das peças cortadas, quando se tratam de peças com tamanhos aproximados, as mesmas deverão ser etiquetadas. Aqui começa um jogo de arquiteturas efémeras e de criação de cenários que é, por vezes, muito interessante. Há requisitos de funcionalidade na disposição das peças que se podem revelar uma forte medida na poupança de tempo e mesmo na cuidadosa execução das várias fases do trabalho. É como se tratasse de uma máquina lubrificada onde a ordem do movimentos segue princípios bem definidos.

Queluz. 2005
Queluz. 2005

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O intervalo da solidão

Queluz. 2005

[suporte 19] O mundo da fotografia pode ter um elevado número de objetos e de tarefas associadas. Ao longo dos anos tenho vindo a registar, sem grandes preocupações de sistematização, esses elementos de um discurso paralelo. Nunca houve um objetivo específico que não fosse o de tentar compreender a profundidade de um fazer que, de algum modo, representa a construção de um mundo relativamente solitário. A mesma solidão com que muitas vezes nos deparamos, invariavelmente, em determinados momentos das nossas vidas.

Queluz. 2005

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Corte específico

Queluz. 2005

[suporte 18] Corte específico, feito em peças previamente cortadas: abertura de janelas, arestas de encaixe e colagem, tendo em conta a natureza dos materiais utilizados. Este tipo de corte, que muitas vezes não chega ao extremo oposto, exige muito cuidado na sua execução.

Queluz. 2005
Queluz. 2005

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Vinco

Queluz. 2005

[suporte 17] Corte geral, de todas as peças necessárias. Esta fase apenas exige mão firme, e concentração. O tipo de corte pode exigir, quase sempre o exige, mais do que uma passagem com a lâmina, dependendo do material que está a ser cortado, bem como a sua espessura. O corte deverá ser continuo e firme. Poderá haver mais do que uma passagem da lâmina, a primeira terá que deixar um vinco fundo, as seguintes seguem rigorosamente esse sulco, até chegarem à base de corte. Com o tempo e a crescente experiência, a mão adquire uma "sabedoria" que leva a um progressivo aumento do rigor do corte e da perfeição do trabalho. A educação da mão assume um dos aspetos mais fascinantes neste género de labor. Com o passar dos anos, a mão responderá cada vez melhor ao que se pretende.

Queluz. 2005