terça-feira, 8 de outubro de 2013

Luís Oliveira Santos

Luís Oliveira Santos durante a rodagem de A Luz da Terra Antiga. Belas, Sintra. 2012

O filme havia sido feito para a apresentação do livro Portugal - Luz e Sombra, O País Depois de Orlando Ribeiro, na Biblioteca Nacional, em fevereiro de 2012. No domingo passado, dia 6, esteve presente na primeira gala da Academia Portuguesa de Cinema, como um dos quatro documentários nomeados em formato de curta metragem. A Luz da Terra Antiga não foi distinguido com o prémio, mas trouxe do São Carlos a enorme dignidade de um projeto feito sem qualquer pretensão que não fosse o prazer de produzir uma peça sobre os mistérios do tempo e do espaço português. No filme, de uma forma que se desprende claramente do livro que lhe dá origem, olhamos sem contemplações a passagem do tempo, olhamos o reflexo de nós próprios, no ponto atual desta viagem em que todos inevitavelmente nos encontramos.
Luís Oliveira Santos durante a rodagem de A Luz da Terra Antiga. Belas, Sintra. 2012

Luís Oliveira Santos durante a rodagem de A Luz da Terra Antiga. Belas, Sintra. 2012

Trabalhar com o Luís Oliveira Santos tem sido o previlégio de um diálogo com o rigor do seu olhar fotográfico e com a mestria invulgar e misteriosa do manuseio do som. Com uma simplicidade despojada, é-nos revelado o movimento oculto das coisas e dos seres, ou aquilo que muitas vezes se escapa à frente do nosso olhar.
Luís Oliveira Santos durante a rodagem de A Luz da Terra Antiga. Viseu. 2012
Deixo ao Luís Oliveira Santos a minha enorme gratidão pelo envolvimento e partilha nestes movimentos cinematográficos, agora com o sonho de um projeto maior: para a continuidade de um olhar sobre a terra, sobre nós, portugueses, sobre a nossa face comum.
Luís Oliveira Santos durante a rodagem de A Linha do Tua. Macinhata do Vouga. Águeda. 2013

Luís Oliveira Santos durante a rodagem de A Linha do Tua. Macinhata do Vouga. Águeda. 2013

Parte traseira

Queluz. 2005

[suporte 23] Colagem da parte traseira da moldura, que deverá ser mais pequena, nas dimensões do espaço aberto no interior, que a face frontal por forma a poder receber posteriormente a caixa da fotografia. Esta peça poderá ser constituída por quatro réguas coladas entre si. Não há a necessidade de ser uma peça única uma vez que não se põe o problema de evitar a existência de juntas.

Queluz. 2005

Queluz. 2005

Queluz. 2005

Queluz. 2005

Queluz. 2005

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Primeira secagem

Queluz. 2005

[suporte 22] Secagem da primeira colagem, que deverá ser feita com o apoio de fita cola que seja facilmente removível. Quando possível, as peças devem estar levemente comprimidas para uma colagem mais eficaz, tendo o cuidado para não deformar as superfícies.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Primeiras colagens

Queluz. 2005

[suporte 21] Primeiras colagens, juntar as placas, colocar fita adesiva, acondicionar as peças em secagem. A cola aplicada deverá sê-lo com conta peso e medida. Nem a mais, nem a menos. A cola para madeira, por sinal bastante económica, tem quase sempre um excelente comportamento ao longo do tempo. O único inconveniente é a sua secagem relativamente lenta.

Queluz. 2005

Queluz. 2005

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dispor

Queluz. 2005

[suporte 20] disposição apropriada das peças cortadas, quando se tratam de peças com tamanhos aproximados, as mesmas deverão ser etiquetadas. Aqui começa um jogo de arquiteturas efémeras e de criação de cenários que é, por vezes, muito interessante. Há requisitos de funcionalidade na disposição das peças que se podem revelar uma forte medida na poupança de tempo e mesmo na cuidadosa execução das várias fases do trabalho. É como se tratasse de uma máquina lubrificada onde a ordem do movimentos segue princípios bem definidos.

Queluz. 2005
Queluz. 2005

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O intervalo da solidão

Queluz. 2005

[suporte 19] O mundo da fotografia pode ter um elevado número de objetos e de tarefas associadas. Ao longo dos anos tenho vindo a registar, sem grandes preocupações de sistematização, esses elementos de um discurso paralelo. Nunca houve um objetivo específico que não fosse o de tentar compreender a profundidade de um fazer que, de algum modo, representa a construção de um mundo relativamente solitário. A mesma solidão com que muitas vezes nos deparamos, invariavelmente, em determinados momentos das nossas vidas.

Queluz. 2005

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Corte específico

Queluz. 2005

[suporte 18] Corte específico, feito em peças previamente cortadas: abertura de janelas, arestas de encaixe e colagem, tendo em conta a natureza dos materiais utilizados. Este tipo de corte, que muitas vezes não chega ao extremo oposto, exige muito cuidado na sua execução.

Queluz. 2005
Queluz. 2005