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| Caneças. 1991 |
Fotografar um território vasto. Procurar em Portugal as raízes de uma identidade coletiva que se perde num tempo longo. Construir um arquivo fotográfico. Reinventar uma paisagem humana, uma ideia de arquitetura, uma cidade nova.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Acontecimentos sucessivos
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Ponte
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Sobre cinco princípios da investigação cientifica e o trabalho criativo
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| Queluz. 1990 |
[Viagens. Paisagens 25] A exactidão preditiva não se pode aplicar a um trabalho criativo; coerência interna, sim, sem que, no entanto, se tenha essa coerência como um objetivo. Um trabalho deverá ser desenvolvido dentro de um determinado âmbito, talvez seja mesmo inevitável que o seja (poderemos posteriormente procurar traços de coerência onde ela aparentemente esteja ausente); consistência externa, tal como uma imagem de solidez conceptual que se pretende transmitir; capacidade unificadora, não, ou apenas dentro de um determinado corpus de trabalho, de projeto. Um trabalho criativo deve, de alguma forma, ser disruptivo; fertilidade ou fecundidade, sim, se constituir uma referencia para trabalhos futuros, como ponto de passagem para investigações criativas mais vastas.
terça-feira, 7 de maio de 2013
A forma discursiva
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| Serra dos Candeeiros. 2013 |
[Viagens. Paisagens 24] A fotografia é uma linguagem visual independente que se desvinculou o seu estrito carácter documental, como evidência de algo ou como ilustração. A fotografia é uma forma discursiva complexa que conquistou o seu espaço próprio. A comunicação, a capacidade de comunicar, é algo que se leva progressivamente mais longe e deve ser essa, também, a ambição de uma fotografia.
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| Serra de Montejunto. 2013 |
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Paisagem anterior
| Queluz. 2000 |
[Viagens. Paisagens 23] Todos os passos destes trabalhos, que, no fundo, ajudam a definir uma paisagem interior, um universo laboral específico, e, em derradeira instância, um sentido de vida humana, num imponderável espaço-tempo de contemporaneidade. Na impossibilidade de aqui definir o conceito de paisagem, não apenas por não ser a minha área de reflexão teórica, mas por nesse conceito encontrar as mesmas dificuldades que encontro a tentar definir fotografia, deixo estas paisagens que vou construindo no tempo efémero da especificidade de alguns fazeres. Estas são as paisagens que habito, sempre dentro de um incontornável espaço-tempo de enorme e desconcertante dinamismo. Assim defino um espaço de habitar, uma paisagem interior.
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